A entrevista de J. Butler e P. Preciado dada a revista Têtu não é nova - foi publicada originalmente em 2008 e depois pelo blog Las disidentes, em 2012, mas trazem reflexões que nos instigam a pensar sobre corpo, sexualidade, gênero e algo mais...
O blog é um espaço de articulação e difusão do Laboratório GENPOSS - projeto de extensão do Grupo de estudos e pesquisa Gênero, Política Social e Serviços Sociais, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Política Social, da Universidade de Brasília e ao Diretório de Grupos do Conselho Nacional Pesquisa - CNPq. O Laboratório é um desdobramento de iniciativas desenvolvidas pelo GENPOSS, entre 2004 e 2011, que articula a pesquisa ao ensino e à extensão.
Dica de leitura - Em Legitima Defesa da Honra Saia na Noite
Nossa dica hoje é o texto de Ju Pagul, Em Legitima Defesa da Honra Saia na Noite, publicado por Blogueiras Feministas.
Boa leitura!
Boa leitura!
Gênero e Cinema em Ceilândia
A reunião de outubro da Rede Social de Ceilândia, realizada na quinta-feira dia 25, no Auditório do Núcleo de Extensão da UnB, em Ceilândia, entre 09 e 12 Horas, debateu e deliberou pela realização do projeto Gênero e Cinema, proposto pela Laboratório GENPOSS, dentro do Projeto de Ação Contínua Redes Sociais no Contexto do Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, que o Laboratório vem desenvolvendo em parceria com o projeto Maria da Penha, coordenado pela profa. Ela Wiecko (DIR/UnB).
A Rede criou um grupo de trabalho para discutir e definir a dinâmica e conteúdo do Gênero e Cinema na cidade, que se reúne pela primeira vez no próximo dia 31 de outubro às 15:00 H, no mesmo local.
18º Congresso de Iniciação Científica - Outubro de 2012
Os resultados dos projetos de inicação científica, Programa Bolsa Família (PBF) e a equidade de gênero – o olhar de residentes em Taguatinga, desenvolvido por Bruna Angela Rodrigues e A contribuição do Programa Bolsa família para a democratização das famílias- o olhar de companheiros de benefi-ciárias, sob respondabilidade de Matheus Peres Machado Magalhães, serão apresentados nesta quarta-feira, à tarde, no 18º Congresso de iniciação Científica da UnB e 9º Congresso de Iniciação Científica do DF , que tem lugar nos Pavilhões Anísio Teixeira e João Calmon - UnB.
GENPOSS na Semana Universitária - Visão Multidisciplinar da lei Maria da Penha
Na próxima quarta-feira, dia 24 de outubro, as pesquisadoras Marlene Teixeira e Guaia Monteiro, do Laboratório GENPOSS, participam do mini-curso Visão Multidisciplinar da lei Maria da Penha, promovido durante a Semana Universitária, pelo Projeto de Extensão de Ação Contínua -Atendi-mento à Mulheres em Situação de Violência Doméstica e/ou Familiar - "Maria da Penha", realizado em Ceilândia, sob a coordenação da profa. Ela Wiecko.
A atividade que pretende discutir a violência contra a Mulher e a Lei Maria da Penha, na perspec-tiva do Serviço social, acontece na sala At 141, ICC Sul, Campus Darcy Ribeiro, entre 09 e 12 H.
Reunião da Rede Interuniversitária sobre Democratización, Política Social, Género y Derechos
O Laboratório GENPOSS, sediou, entre os dias 02 e 05 de outubro, na UnB, a primeira reunião da Rede Interuniversitária sobre Democratización, Política Social, Género y Derechos, , em Brasília, como parte das atividades previstas no projeto de mesmo nome, desenvolvido com a participação do Programa de Pós-Graduação em Política Social da UnB, (laboratório GENPOSS, GEST e TEDiS), Centro de Estudios sobre Democratización y Derechos Humanos (CEDEHU), da Universidad Nacional de San Martin y, el Centro de estudios sobre la Mujer, de la Universidad de la Pampa.
Com a participação de discentes e docentes argentinas e brasileiras, a reunião permitiu a realização de atividades abertas ao público em geral da Universidade (Seminários GENPOSS e Mini-curso: Cidadania e sexualidades: desafios aos direitos das mulheres latino-americanas), além de encontros de trabalho da equipe diretamente envolvida no projeto para discussão do andamento das pesquisas e definição de ações sequenciais.
Seminários GENPOSS
A última sessão do Seminários GENPOSS do primeiro semestre de 2012 , se realizou nesta terça-feira, dia 10.10, entre 15 e 17 H, na sala do GENPOSS (SER/IH, ICC Centro, Mezanino, Sala B1-424/66, UnB). Na oportunidade a pesquisadora e mestranda Veronica Bagnoli, do Centro de Democratización y Derechos Humanos, da Universidade de San Martin, que integra o projeto Redes Interuniverrsitária sobre Democratización, Política Social, Género y Trabajo, apresentou a pesquisa que desenvolve atualmente sobre a experiência de empresas recuperadas na Argentina.
Mini-curso - “Cidadania e sexualidades. Desafios para os direitos das mulheres latinoamericanas”
No próximo dia 03 de outubro, quarta-feira, das 15h às 19h, acontece o minicurso internacional “Cidadania e sexualidades. Desafios para os direitos das mulheres latinoamericanas”. Organizado pelo Grupo de Pesquisa “Gênero, Política Social e Serviços Sociais - Laboratório de ensino, pesquisa e extensão (GENPOSS)”, sob coordenação da Profª Dra. Marlene Teixeira Rodrigues (UnB) e com a presença das professoras: Dra Graciela Di Marco (Universidad de Buenos Aires) e Dra María Herminia Di Liscia (Universidad Nacional de La Pampa), o mini-curso se realiza na sala 211E, da FINATEC - Campus Universitário Darcy Ribeiro.
Seminários GENPOSS - Política Social, Género y Democratizacion de la Família
O Laboratório GENPOSS (PPGPS/UnB), em parceria com a “Red Interuniversitaria sobre Derechos Humanos, Democratización,
Género y Trabajo” eo NEPeM - Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher, promove dia 02 de
outubro, terça-feira, a conferência
“Política Social, Género y Democratizacion de la Família”, com a
socióloga Graciela Di Marco (veja aqui artigo publicado recentemente pela autora
- http://seer.bce.unb.br/index.php/SER_Social/article
/view/7451/5752) .
/view/7451/5752) .
A atividade, que marca a retomada das
reuniões mensais do Núcleo de Estudos da Mulher, acontece na Sala de Atividades
do CEAM, Edifício Multiuso, 1º andar, Campus universitário Darcy Ribeiro, às 17 horas.
Gênero e Cinema na Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, de Ceilândia
Acontece nesta quinta-feira, dia 20 de setembro. mais um encontro da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher de Ceilândia.
Na reunião que ocorrerá no auditório do Ministério Público do Distrito Federal, às 14 H, será dado prosseguimento ao debate visando a implantação do projeto Gênero e Cinema, na cidade.
Resultado Edital MEC-PROEXT 2013
O Laboratório GENPOSS - Gênero, Política Social e Serviços Sociais teve sua proposta contemplada pelo Edital MEC-PROEXT, 2013.
Com esse apoio será ´possível darmos continuidade aos projetos Seminários GENPOSS, Gênero e Cinema, Redes Sociais o Contexto do Enfrentamento da Violência contra a Mulher.
Com esse apoio será ´possível darmos continuidade aos projetos Seminários GENPOSS, Gênero e Cinema, Redes Sociais o Contexto do Enfrentamento da Violência contra a Mulher.
Aborto legal e seguro: uma questão de direitos, uma questão de democracia
Cada año, alrededor de 4 millones de mujeres en América Latina y El Caribe deciden –a plena conciencia- abortar. Las legislaciones en la región regulan la práctica, en márgenes que van desde la autorización limitada hasta la completa prohibición; sin embargo, en cualquiera de estas circunstancias, las mujeres hacemos ejercicio del derecho a decidir, y cuando decidimos, abortamos.
Para la mayoría de las mujeres en la región este acto de soberanía sobre la propia vida se hace en la clandestinidad, en condiciones inseguras e insalubres que vulneran la dignidad, la libertad y la salud. Las realidades más apremiantes se viven en Chile, Nicaragua, El Salvador, Honduras y República Dominicana, donde el aborto se prohíbe en cualquier circunstancia. En aquellos países en que se autoriza su práctica por razones terapéuticas o de violencia sexual, el acceso al procedimiento está plagado de obstáculos a causa de una institucionalidad pública que permite la intromisión de sectores religiosos y conservadores que atentan contra la oportunidad de la realización del aborto. La negación de la interrupción voluntaria del embarazo en la legislación o en las acciones de salud es un mecanismo de poder y control sobre los cuerpos, la autonomía, la sexualidad y las decisiones reproductivas de las mujeres.
Mientras la interrupción del embarazo esté sujeta a la autorización de gobernantes, legisladores, jueces, médicos y religiosos – mayoría hombres, hijos sanos del patriarcado- a las mujeres se nos seguirá negando el reconocimiento, el respeto y la garantía de nuestra ciudadanía, ignorándonos como seres humanas plenas, capaces de tomar decisiones éticas sobre nuestros cuerpos y nuestras vidas. Las democracias erigen como valores la autonomía, la soberanía y la libertad de los pueblos; sin embargo, estos valores son negados a las mujeres sobre el propio territorio de sus cuerpos. Obligarnos a llevar a término un embarazo que no deseamos o no estamos en condiciones de asumir es un acto de tortura que refuerza nuestra subordinación de género.
Parte del continente hoy se ufana de los avances democráticos logrados en las últimas décadas, mientras en varios países la democracia está seriamente amenazada. El cambio hacia gobiernos más progresistas ha tenido poco impacto en la vida de las mujeres en el campo de los derechos sexuales y los derechos reproductivos. Las mujeres interpelamos a la nueva izquierda latinoamericana, que no es tal si nuestros derechos y libertades no forman parte sustancial de los principios y propuestas políticas, económicas, sociales y culturales que la inspiran. El bien vivir es laico; caso contrario, es un reciclaje del discurso que da prelación al embrión por sobre los derechos de las mujeres, y que reproduce las dobles morales y los dobles estándares que legitiman –por acción u omisión- que los curas exijan más nacimientos, mientras sus abusos sexuales contra niñas y niños quedan impunes.
En este 28 de Septiembre, Día Internacional por la Despenalización del Aborto, exigimos y demadamos de nuestros Estados:
Las condiciones para que la realización del aborto sea legal, gratuita, segura y accesible para todas las mujeres que lo decidan.
El cese de las persecuciones judiciales, selectivas y abusivas de mujeres que han abortado, las cuales afectan mayormente a las mujeres más pobres. El encarcelamiento de mujeres por esta causa en nuestros países constituye una injusticia incalificable.
Medidas urgentes para evitar que la objeción de conciencia en hospitales públicos y otros contextos institucionales se convierta en un obstáculo al ejercicio de derechos o ponga en peligro la salud o las vidas de las mujeres
Acciones para garantizar la seguridad de las defensoras de los derechos de las mujeres, en particular los sexuales y los reproductivos, en todos aquellos países donde éstas enfrentan persecuciones, intimidación y amenazas.
Reafirmar y proteger el carácter laico y plural de la democracia, evitando injerencias indebidas de extremistas religiosos que afecten la realización de reformas legales y/o la puesta en marcha de políticas públicas tendientes a mejorar la salud de las mujeres y el ejercicio de sus derechos
Seguiremos luchando para que nuestros Estados sean laicos y nuestras democracias nos respeten como ciudadanas plenas porque EL ABORTO LEGAL Y SEGURO ES UNA CUESTIÓN DE DERECHOS Y UNA CUESTIÓN DE DEMOCRACIA.
Dica de Leitura - Cisseximo e Feminismo
"... a desconsideração da existência das pessoas trans* na sociedade. O apagamento de pessoas trans* politicamente por meio da negação das necessidades específicas dessas pessoas. É a proibição de acesso aos banheiros públicos, a exigência de um laudo médico para as pessoas trans* existirem, ou seja, o gênero das pessoas trans* necessita legitimação médica para existir. É a negação de status jurídico impossibilitando a existência civil-social em documentos oficiais.
Porém esses exemplos são mais óbvios, e poderíamos chamá-los simplesmente de transfobia. O cissexismo é mais sutil. Ocorre quando usamos o termo biológico para designar pessoas cis, quando usamos certos discursos e certas expressões que excluem ou invalidam direta ou indiretamente as identidades das pessoas trans*" leia aqui sobre Cissexismo
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