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Genposs debate filme "Entre Mulheres" de Sarah Polley

O Genposs realiza a primeira sessão do Gênero e Cinema, do semestre, nesta sexta-feira, 15 de setembro, a partir das 14:00 H. 
Desta vez o foco do debate é o filme "Entre Mulheres", da cineasta e atriz canadense Sarah Polley, que aborda a história real de um grupo de mulheres, moradoras de uma comunidade religiosa da Bolívia, entre 2005 e 2009. O filme é uma adaptação do livro Women Talking, da escritora Miriam Toews, publicado em 2018.   

Genposs - 2º semestre de 2023 e SEMUNI


O Genposs realizou a primeira reunião gerald do 2º semestre de 2023, na sexta-feira 1º de setembro, na sala de reuniões do NEPeM. Na ocasião  a equipe discutiu as atividades regulares programadas para este semestre, que se iniciam em 15 de setembro. Em seguida se tratou da organização da equipe nas ações que irão integrar a Jornada Genposs, que acontece durante a Semana Universitária 2023, a se realizar entre 25 e 29 de setembro. 

A programação da Jornada Genposs inclui a promoção de uma edição do Gênero e Cinema, com o foco em processos de resistência e formação da cidadania e dos direitos, com ênfase especial na cidadania sexual. Sob o título “Sexualidades Plurais - Resistências, Cidadania e Direitos”, o Gênero e Cinema irá exibir um conjunto de documentários, que abordam a temática dos direitos relacionados à identidade de gênero e à sexualidade, a partir dos quais se fará o debate.

A edição do Diálogos Genposs, que integra as Jornadas GENPOSS nesta SEMUNI 2023, aborda processos de resistência e formação da cidadania e dos direitos, com ênfase especial na cidadania sexual. Neste sentido, o Diálogos Genposs, realizado em parceria com o projeto de extensão Convivência, do HUB, irá enfocar o tema “Sexualidade e saúde: estratégias para a prevenção de HIV/AIDS". A perspectiva é viabilizar um espaço de diálogo e sensibilização sobre a diversidade sexual, gênero, prevenção do HIV/AIDS e o papel do serviço social na assistência integral aos pacientes que vivem com HIV+. A partir da experiência do projeto Convivência, no Hospital Universitário de Brasília pretende, ademais, fomentar a reflexão sobre estratégias de prevenção do HIV/AIDS.

A Oficina “Família no contexto da política de saúde e dos direitos sociais”, é outra iniciativa que integra as jornadas GENPOSS nesta SEMUNI 2023, acontece entre os dias 28 e 29 de setembro e é fruto de parceria do Laboratório Genposs com o Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde, Sociedade e Política Social - GEPSaúde e a Equipe de Serviço Social da residência Multiprofissional em Saúde do HUB/EBSERH. Voltada para assistentes sociais, residentes e estagiários/as da área específica do serviço social do HuB/EBSERH, assim como componentes do Genposs e GEPSaúde, se pretende fomentar o debate em torno da família enquanto sujeito de direitos e categoria central no contexto das políticas e do trabalho do Serviço Social.

Grupo de Estudos Genposs - A Violência contra a Mulher

 

Nesta sexta-feira, 02 de junho, no Auditório do CEAM, o Grupo de Estudos Genposs realiza novo encontro a partir das 14 H.

O foco continua sendo o projeto Mulheres do Cerrado e os escritos da professora Mireya Suarez, uma das fundadoras do Grupo Feminista Brasília-Mulher e do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Mulheres (NEPeM). 

 O tema em discussão dessa tarde é violência contra a mulher, abordada em entrevista concedida pela professora Mireya, em 1983 (ABREU, 1982).

Grupos de Estudos Genposs - Mulheres do Cerrado

  O Grupo de Estudos do Laboratório Genposs realizou sua primeira sessão do 1 semestre de 2023, na tarde da sexta-feira, 12 de maio, no Auditório do CEAM, sob a coordenação da professora Marlene Teixeira Rodrigues. 

    As atividades do Grupo neste semestre tem como tema central a trajetória e os escritos da professora Mireya Suárez, que ainda em 2017, inspirou e apontou os caminhos que impulsionaram a formulação do projeto Mulheres do Cerrado, que ora iniciamos e que recebeu este nome, em homenagem a professora e ao primeiro grupo feminista por ela criado na UnB, no início da década de 1970.

O projeto Mulheres do Cerrado, que materializa mais uma parceria entre NEPeM e o Genposs, objetiva resgatar - por meio do registro dos depoimentos- a história, as vivências e as trajetórias de professoras da UnB e mulheres dos movimentos feministas e de mulheres de Brasília -, externas à UnB que, a partir da década de 1970, impulsionaram o diálogo e a intersecção entre esses movimentos e a Universidade. 

Nesta primeira sessão, o grupo teve oportunidade de começar a conhecer a trajetória da professora Mireya, por meio da leitura e discussão de algumas de suas entrevistas (ABREU, 1982; RIBONDI; 1987; SASSI, 19873). Realizadas ainda naquele período inicial, nessas entrevistas a professora discorre sobre maternidade, a vida de cientista, o sertão e os movimentos feministas e de mulheres - suas grandes paixões. 

Antropóloga e feminista, nascida no Panamá, em janeiro de 1939,  Mireya iniciou sua carreira na UnB, em 1970, onde chegou, após concluir seu mestrado no México e se casar com um sociólogo brasileiro que conheceu na Universidade. 

Uma das primeiras professoras de Antropologia da UnB, além do Mulheres do Cerrado e do NEPeM - criado anos mais tarde-, a professora participou na articulação e fundação do Grupo Feminista Brasília Mulher, no início da década de 1980.

Importante movimento social no período de redemocratização do país, o Grupo Feminista Brasília Mulher agregou mulheres de diferentes inserções sociais e profissionais e foi germe de parte substantiva dos grupos de estudos e das organizações feministas surgidas no Distrito Federal, nas décadas seguintes. Com o projeto Mulheres do Cerrado pretendemos registrar esses processos por meio das vozes de suas protagonistas.

Mesa Redonda (virtual) na SBPC - as relações entre ciência e conservadorismos, a partir dos estudos de Gênero e Sexualidade


A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) promove nesta terça-feira, 26 de Julho, das 14 h às 16 h, 
mesa redonda, em formato virtual, como parte da programação da 7aª Reunião Anual da SBPC. Com a participação das professoras Lia Zanotta Machado (NEPeM/UnB), Regina Facchini (PAGU/Unicamp) e do professor Sérgio Luís Carrara (UERJ),  a mesa discute as "relações entre ciência e conservadorismos", a partir dos "estudos de gênero e sexualidade na Antropologia". Assista aqui.


Grupo de Estudos debate texto de Cida Bento

    O Grupo de estudos do Genposs realizou seu 4º encontro presencial nesta sexta-feira, 22 de Julho, para debater pesquisa, racismo e branquitude. 

 
O debate, que teve a mediação de Lorrany Nascimento e Bárbara Oliveira Andrade, teve como ponto de partida, as reflexões trazidas pela escritora
Maria Aparecida Silva BENTO, "Branqueamento e Branquitude no Brasil" que integra o livro Psicologia Social do Racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento, p. (25-58), publicado pela editora Vozes, pela primeira vez, em 2002.

As Mulheres na SBPC


Começa neste domingo, 24 de julho, a 7aª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e as mulheres são tema de diferentes atividades.

O evento nesta edição tem como tema "Ciência, Independência e Soberania Nacional" e se estende até o dia 30 de Julho; é aberto ao público e as atividades são gratuitas; com inscrições abertas durante todo o períodoo aqui. 


A seguir listamos as atividades que acontecem em modo remoto e em seguidas as atividades presenciais e, em seguida, as que ocorrem de modo remoto. 

Presencial 

Segunda-feira, 25/7/2022 - 

= Mesa-Redonda: VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES EM UNIVERSIDADES BRASILEIRAS

HORARIO:  16h às 18h30

LOCAL: ICC - Anfiteatro 08

Coordenadora: Tânia Mara Campos de Almeida (UnB) 

Palestrantes: Valeska Zanello (UnB), Heloísa Buarque de Almeida (USP) e Thiago Pierobom de Ávila (Uniceub)

= Conferência: AS MULHERES NAS INDEPENDÊNCIAS: DAS LUTAS BOLIVARIANAS AOS LEVANTES BRASILEIROS 

HORÁRIO: 09h às 10h30

LOCAL: ICC - Anfiteatro 09 

= Conferencista: Elizabeth Del Socorro Ruano-Ibarra (UnB) 

Apresentadora: Viviane Resende (UnB)

Quarta-feira, 27/7/2022 

= Mesa-Redonda: A QUESTÃO DE GÊNERO NO BRASIL SOB AS PERSPECTIVAS DOS ODS 2030 

HORARIO: 16h às 18h30 

LOCAL: ICC - Anfiteatro 17

Coordenadora: Vanderlan da Silva Bolzani (Unesp) 

Palestrantes: Miriam Pillar Grossi (SBPC/UFSC), Lia Zanotta Machado (UnB) e Aldo José Gorgatti

 Zarbin (UFPR) 

= Gênero e Cinema – Inclusão e Diversidade na UnB a partir da Lei de Cotas

Exibição do documentário Filhas de Lavadeiras, dirigido por Edileuza Penha seguido de debate.

HORÁRIO: 19h às 21h 

LOCAL: Auditório Augusto Boal - FUP- UnB

Debatedora: profa. Elizabeth Mamede da Costa. 

INSCRIÇÃO NO LOCAL


Quinta-feira, 28/7/2022 

= Mesa-Redonda: MENINAS NA CIÊNCIA (SBPC, CNPq)  

HORARIO: 16h às 18h30

LOCAL: ICC - Anfiteatro 13 

Coordenadora: Adriana Pereira Ibaldo (UnB) 

Palestrantes: Dianne Magalhães Viana (UnB), Maria Lúcia Braga (CNPq) e Marta Feijó Barroso (UFRJ 

= Gênero e Cinema – Inclusão e Diversidade na UnB a partir da Lei de Cotas

Exibição do documentário Filhas de Lavadeiras, dirigido por Edileuza Penha seguido de debate.

HORÁRIO: 14h às 16

LOCAL: Auditório CEAM Edifício Multiuso I - Mezanino - Campus Darcy Ribeiro - UnB (em frente ao BRB)

Debatedora: Edileuza Penha

INSCRIÇÃO NO LOCAL


Virtual 

Terça-feira, 26/7/2022 

Mesa-Redonda: SABERES ANTROPOLÓGICOS SOBRE GÊNERO E SEXUALIDADE: CIÊNCIA E CONSERVADORISMOS NO BRASIL ATUAL (ABA) 

- das 14h às 16h 

Coordenadora: Regina Facchini (Unicamp)

Palestrantes: Sérgio Luís Carrara (Uerj), Jacqueline Moraes Teixeira (USP/SP) e Lia Zanotta Machado (UnB) 

Quinta-feira, 28/7/2022

= POPULAÇÕES INVISIBILIZADAS NOS 200 ANOS DE INDEPENDÊNCIA (ABPEE) 

HORÁRIO: 16h00 às 18h0

Canal no Youtube: https://www.youtube.com/c/AbpeeBrasil 

Coordenadora: Sandra Zákia Lian de Sousa (USP) 

Palestrantes: Eugênia Portela de Siqueira Marques (UFMS), Reinaldo Matias Fleuri (UFSC), Martha Cristina Nunes Moreira (Fiocruz) e Representante do Inep

Sexta-feira, 29/7/2022 

= Mesa-Redonda: EPISTEMOLOGIAS: SOCIAL, FEMINISTA E DECOLONIAL (ANPOF) HORÁRIO: - das 14h00 às 16h00 

Coordenador: Érico Andrade (UFPE) 

Palestrantes: Caroline Marim (UFPE), Tiegue Vieira Rodrigues (UFSM) e Susana de Castro (UFRJ)


Não Aguentamos Mais! Basta de Violência contra as Mulheres na UnB

 Não aguentamos mais! Pela vida das mulheres e contra a violência no campus!





O Genposs se soma ao coletivo juntas e demais movimentos feministas da UnB para dizer: 

"Não aguentamos mais!


Com o retorno presencial na UnB, estão sendo recorrentes os casos de assédio e violência contra os estudantes, principalmente as mulheres. Infelizmente, essa é uma realidade estrutural dentro dos campi, mas que tem se intensificado nesse retorno presencial.



O movimento estudantil e o movimento feminista precisa lutar e reinvindicar por segurança, iluminação e uma universidade que seja pensada para as mulheres em todos os trajetos da universidade. 


Precisamos de uma Universidade segura e coerente com o mundo que precisamos: não aguentamos mais!!!!!


Nesse sentido, o coletivo juntas convida todos os movimentos feministas da UnB, Centros Acadêmicos, Diretório Central dos Estudantes e coletivos para construirmos um ato na segunda feira, às 12h no ceubinho"

Basta de Violência!

Nos queremos todas vivas!

Polo Kalunga e Gênero e Cinema

 Uma das estratégias do Laboratório GENPOSS no fomento à difusão de informações e ao debate - desenvolvida desde 2011- o Gênero e Cinema

, desta edição, propõe refletir sobre as diferentes dimensões da divisão sexual-racial do trabalho, tendo em conta a Lei de Cotas adotadas pela UnB e suas repercussões, a partir da perspectiva das mulheres. 


Este novo ciclo  do projeto Gênero e Cinema permite ao Genposs, em conjunto com TEDiS e NEPeM – parceiros mais antigos - ampliar seu diálogo e articulação com sujeitos que trilham este caminho na Universidade. 

A partir de 2021, nosso diálogo se constrói também, a partir e junto do Polo de Extensão Kalunga, onde por intermédio do projeto “Mulheres Kalungas, Cidadania e Direitos” nos encontramos com o Projeto Mulheres nas Ciências, da FUP, a Licenciatura em Educação no Campo e o NEAB - Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, do CEAM. 
E é nesse contexto que além de atividades do “Gênero e Cinema” no campus Darcy Ribeiro faremos também sessões no campus da FUP, durante a realização da Reunião Anual da SBPC e na SEMUNI 2022, onde celebraremos os 18 Anos da implantação do "PLANO DE METAS PARA A INTEGRAÇÃO SOCIAL, ÉTNICA E RACIAL DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA", de autoria dos professores José Jorge de Carvalho e Rita Laura Segatto - nossa Lei de Cotas - e os 60 Anos da UnB -atuante como sempre, necessária como nunca.


Gênero e Cinema na SBPC

 

Com muita alegria e ânimo renovado retomamos o Gênero e Cinema nesta edição, em seu formato presencial, com a proposta de refletir e debater, a partir da perspectiva das mulheres, as diferentes dimensões da divisão sexual-racial do trabalho, tendo em conta a Lei de Cotas adotadas pela UnB, e suas repercussões.

O documentário “Filhas de Lavadeiras” dirigido por Edileuza Penha  foi escolhido para inaugurar nossas ações neste semestre,  por nos brindar com uma potente reflexão, a partir da perspectiva das mulheres, sobre as repercussões da Lei de Cotas adotadas pela UnB, nas diferentes dimensões da divisão sexual-racial do trabalho.

Primeira universidade do País a implementar a política de cotas em seus processos seletivos de ingresso na graduação e a adotar cotas raciais, em 2003, a UnB celebra seus sessenta anos, neste 2022, ao mesmo tempo, em que a política nacional de cotas, implantada nacionalmente em todo o Brasil há dez anos, deverá ser objeto de avaliação e (eventual) revisão. 

A Lei que estabeleceu cotas para o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio - Lei nº 12.711/2012 – trouxe resultados e conquistas imprescindíveis na luta contra o racismo e para uma UnB mais inclusiva e diversa.


Profa Anabelle Carrilho participa do Dia da/o Assistente Social na Câmara Legislativa do Distrito Federal

 

A professora Anabelle Carrilho, coordenadora do Laboratório Genposs, participa da solenidade promovida pela Câmara Legislativa do Distrito Federal em homenagem ao dia da/o Assistente Social, comemorado em 15 de maio. A professora irá abordar em sua exposição a centralidade para o Serviço Social de pensar a questão do trabalho das mulheres.



1º de Maio - Dia do trabalho

                                1º Maio – Dia do Trabalho
dia de luta em defesa da classe trabalhadora
data histórica para lembrarmos da luta dos/as trabalhadores/as por direitos e condições dignas de trabalho Dia de luta e resistência Dia de lembrar que as mulheres sempre trabalharam e contribuíram de forma significativa com a produção da riqueza e com a socialização dos indivíduos Dia de lembrar que as mulheres permanecem submetidas as desigualdades provocadas pelo trabalho produtivo e reprodutivo em uma sociedade capitalista, patriarcal e racista Dia de lembrar que o trabalho doméstico e de cuidados é um trabalho invisibilizado, não remunerado e desvalorizado Dia para ressaltarmos que a força do trabalho feminino contribui de forma significativa para a reprodução da riqueza social Dia de recordar de todas, todes e todos que empregam energia física, mental e emocional na produção e reprodução social Dia de evocar nossa luta pelo reconhecimento do trabalho reprodutivo como fundamental para o trabalho produtivo e para a manutenção da vida. Como bem nos lembra hooks (2019) “quando as mulheres, em casa, dedicam todo o tempo a atender às necessidades dos outros, o lar é o local de trabalho para ela, não é local de relaxamento, conforto e prazer” Hoje, assim como, todos os outros dias é importante recordarmos das trabalhadoras domésticas, mães, professoras, médicas, enfermeiras, engenheiras, cientistas, pesquisadoras, assistentes sociais, psicólogas, jornalistas, historiadoras, escritoras, sociólogas, antropólogas, deputadas, presidentas, autônomas. Isto é, de todas, todes e todos que compõem a classe trabalhadora. 


Quer conhecer um pouco mais a UnB?

 A Universidade de Brasília completa 60 anos neste mês de Abril e para comemorar, a UnBTV realiza a "Mostra UnB 60 anos" e dedica o programa "Quarta Cine Candango" à exibição de filme-documentários relacionados à história da Universidade.

A Mostra especial conta com 11 obras, entre produções do antigo Centro de Produção Cultural e Educativa (CPCE) e de ex-estudantes da UnB, e acontece nos dias 18 e 19 de abril (com reprise em 21 e 22 de abril) . 

As exibições ocorrerão sempre às 22h no canal 15 da UnBTV na NET/Claro Brasília e, também, no site unbtv.unb.br. O programa "Quarta Cine Candango" acontece  todas as quartas-feiras de abril, também às 22h

PROGRAMA Mostra UnB 60 anos
18 de abril | Segunda-feira, às 22h (Reprise em 21 de abril)   


    Universidade de Brasília: Primeira Experiência em Pré-Moldados de Heinz Forthmann  | 17min 25s   
    Vestibular 70 de Vladimir Carvalho e Fernando Duarte | 15min   
     Darcy Ribeiro, o Guerreiro Sonhador de Fernando Barbosa Lima | 58min   
     Lembrando a UnB de Elza Ramalho | 4min   
     UnB 30 Anos de Beth Moreira | 16min 

19 de abril | Terça-feira, às 22h (Reprise em 22 de abril)   

     Dois Candangos de Armando Bulcão e Tania Montoro | 32min 45s   
     UnB, Cada Um de Nós de Jorge Alves Marinho  | 13min 22s   
     Sinucada de Rafael Stadniki  | 18min   
     O Sal dos Olhos de Letícia Bispo | 18min   
     Cabeça, Tronco, Rodas de Thiago Amâncio | 20min   
     Permaneço de Taysa Barros | 5min 56s 


PROGRAMA Quarta Cine Candango (sessão especial)
Todas as quartas-feiras de abril, às 22h

Barra 68 – Sem perder a ternura de Vladimir Carvalho | 82min 

Onde:
No canal 15 da UnBTV na NET/Claro Brasília e, também, no site unbtv.unb.br.

#8M UnB - 2022 Semana de Atividades e Encerramento

A Coordenação das Mulheres (Codim), da Diretoria da Diversidade (DIV-DAC) dá continuidade às atividades em celebração ao Mês das Mulheres e convida a todes/as/os.


28/03 - às 15h 

Apresentação do livro “Afasta de meu corpo este cálice de fogo. Antologia poética contra a violência de gênero”.

29/03 - às 15h
Mesa-redonda sobre a Saúde da Mulher Indígena


30/03 - às 10h
Femifilme 2022 - 1.ª sessão: En la puta vida (2001)


31/03 - às 16h - 
 ENCERRAMENTO DO #8MUnB2022
-  Decano Prof. Ileno Izídio da Costa (DAC)
- Reitora da UnB Profa. Márcia Abrahão

Profa. María del Mar Paramos Cebey (UnB/IL/LET)

“Fragmentos Poéticos Feministas”

8M UnB - 2022 - Cronograma de atividades da semana

 A Coordenação das Mulheres (CODIM) da Diretoria da Diversidade (DAC/DIV) convida toda a comunidade para a 3.ª semana de atividades em celebração ao Mês das Mulheres.

PROGRAMAÇÃO

21/03, às 16h

- "Roda de conversa com mulheres camponesas, pretas e indígenas sobre conquistas na academia e sociedade" 

22/03, às 15h

- Lançamento do livro “Tradução como Prática de Resistência e Inclusão: Vozes Femininas Negras”
23/03, às 10h
- Mulher(es) na(s) Política(s)

23/03, às 16h
- Webnário “A vivência das mulheres negras no mercado de trabalho: acesso, oportunidades, pandemia e saúde mental"


 24/03, às 14h30
- Mesa-redonda “UnB, mulheres e ciência: desafios e perspectivas”

25/03, às 15h
- Roda de conversa: Mães "Especiais"


Veja mais detalhes na Agenda #8MUnB2022 


Para participar das atividades, faça sua inscrição no sig.unb.br/sigaa

Diálogos GENPOSS bell hooks

 

Gloria Jean Watkins (1951-2021) foi uma feminista estadunidense. No início de sua trajetória acadêmica, em homenagem à avó, passou a se identificar por meio do pseudônimo bell hooks, sendo a grafia em letra minúscula adotada como uma forma de reiterar a sua posição de colocar em segundo plano os academicismos e trazer para o centro o conteúdo de suas discussões. Analisava  questões referentes a gênero, raça e classe na pedagogia, na história da sexualidade, no feminismo e na cultura. Suas discussões traziam à tona as desigualdades e violências naturalizadas nas relações de trabalho,  na política e na Universidade. A acessibilidade de sua obra se torna mais evidente  nas análises envolvendo o cotidiano, os filmes, as letras de música e as relações afetivas.

Na obra “O feminismo é para todo mundo”, discutida pelo GENPOSS na sexta-feira dia 11/03, a autora desenvolve uma perspectiva de feminismo como um movimento que se fundamenta no amor e na justiça, sendo benéfico a todos. hooks traz um conjunto de possibilidades que contribuem  para o desenvolvimento de um feminismo que rompa com o conservadorismo no âmbito dos direitos sexuais e reprodutivos, que tenha como fundamentação a luta antirracista e anticlassista e o enfrentamento à violência patriarcal. A autora, sem se desvencilhar de toda a fundamentação teórica que envolve o estudo do feminismo, destrincha o real propósito do movimento sem jargões acadêmicos e, ao mesmo tempo, sem reducionismos. O propósito do feminismo seria o fim do sexismo, da dominação, do patriarcado. O feminismo se fundamenta na garantia de direitos.

bell hooks faleceu em 15 de dezembro de 2021, tendo deixado como legado mais de 30 livros, dentre o quais se destacam “E eu não sou uma mulher?”, “Tudo sobre o amor” e “O feminismo é para todo mundo”. Sob um contexto de crise do modo de produção capitalista em que as violações de direitos se intensificam e, consequentemente, o sofrimento advindo dessas violações, ressaltamos a importância do afeto no contexto de luta e citamos um trecho  de uma entrevista dada pela autora a uma ex-aluna: 

I’m really interested, more and more, in how we can link theorizing to a concern with healing. I would much rather people be able to grow emotionally, be more able to cope with pain by reading feminis theory than by taking Prozac.

(hooks; MCKINNON, 1996, p. 827).


Referências

hooks, bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2018.

hooks, bell; MCKINNON, Tanya. Sisterhood: beyond public and private. Signs, vol. 21, n. 4, pp. 814-829.


Agenda - Nucleação Genposs

    As atividades da "Nucleação em Grupo de Pesquisa" do Genposs, que reúne estudantes-pesquisadores de pós-graduação e de graduação, foram iniciadas em 14 de janeiro, com a realização de oficina de planejamento do ano de 2022  - 2º/21; 1º e 2º/22 semestres. 

Neste 2º Semestre de 2021 as sessões do "Diálogos Genposs" irá focar questões relativas às pesquisas em andamento e no Grupo de Estudos o centro do debate são  bibliografias selecionadas coletivamente, que permitem o aprofundamento de categorias analíticas consideradas importantes. 

A primeira sessão do Grupo de Estudos aconteceu neste dia 11 de fevereiro entre 14 e 17 H, via plataforma Teams, com mediação das pesquisadoras Fernanda Gomes e Lorrany Nascimento. O  tema escolhido para abrir as discussões do semestre foi "divisão sexual do trabalho",  a partir do texto "Feminização do mercado de trabalho e política social: análise a partir da mineração", de autoria de  Anabelle Carrilho e Marlene Teixeira, escrito com base na pesquisa de doutoramento de Carrilho.

Educação profissional , permanência estudantil e desigualdades raciais e de gênero - o IFB- Gama. - Defesa de Tese de Doutorado


O Programa de Pós-graduação em Política Social (PPGPS) e o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Gênero, Política Social e Serviços Sociais (GENPOSS) convidam para defesa de tese de doutorado de  Zora Yonara Torres Costa, intitulada "Educação profissional , permanência estudantil e a desigualdades raciais e de gênero - o IFB- Gama".

A defesa ocorre no dia 18 de Fevereiro de 2022, às 14h30, por Videoconferência plataforma Teams.

Estão todas, todes e todos convidades!!!